Pesquisa No Site

"A PhytoNatus agora mais perto de você"
 

 

Lucro! Que mal há nisso?

Francisco Higa

O dinheiro como conhecemos hoje é resultado de uma longa história na humanidade. Quando não existia a moeda, as pessoas trocavam um produto que não era utilizado por outro que precisavam no momento, tecidos e roupas por comida e outros congêneres. Algumas mercadorias, como o gado e o sal de cozinha, passaram a ter maior valor e como eram muito procurados, foram estabelecidos como moeda corrente no sistema de troca. Daí a palavra "salário" que vem do latim sal. Na Grécia e na Roma antigas, o sal era utilizado para pagar o salário dos trabalhadores.

Nessa época, os homens já tinham a noção de que a troca, seja pela mão-de-obra ou por produtos, proporciona no final a aquisição do que é necessário para a sobrevivência. Assim o resultado do nosso trabalho gera uma quantidade de dinheiro, como um meio para adquirir aquilo que necessitamos e esse é o nosso lucro individual. Quando uma empresa "vai de vento em popa", os investimentos geram lucros para os sócios, abre novas vagas para contratação e ajuda a diminuir o número de desempregados existentes, aumenta a arrecadação de impostos, os quais, em tese, deveriam ser convertidos em benefícios sociais aos cidadãos, contribuindo para o crescimento da economia do País e assim sucessivamente.

É o chamado efeito "bola-de-neve", a vantagem do lucro "empresarial" é revertida na contribuição para que outras pessoas possam ter acesso ao "lucro individual", caracterizado pelo emprego ou benefícios sociais. Os programas de Responsabilidade Social desenvolvidos pelas empresas são exemplos vivos. A prática não contribui apenas para a própria corporação que ter redução na carga de impostos ou para proporcionar um melhor relacionamento com os clientes ou os seus acionistas, mas também para elevar a qualidade de vida na comunidade a qual está inserida.

A promoção de trabalhos e atividades para minimizar a desigualdade social e a proteção ao meio ambiente, também é um bom exemplo de compartilhar os lucros e trazer benefícios para a sociedade, além de desenvolver a sustentabilidade do próprio negócio. Nesse aspecto existem diversos projetos idôneos e bem-sucedidos geridos com recursos provenientes de empresas líderes de mercado. Esses investimentos, permitem que sejam executados e planejados programas, projetos e ações sociais de longo prazo nas áreas de educação, saúde, desenvolvimento social e preservação do meio ambiente em todo o Brasil.

Visto por esse prisma, não há motivos para constrangimentos na hora de anunciar o crescimento da empresa e a geração de bons lucros. Todos devem comemorar a geração de lucros de uma empresa. Afinal, basta refletir: todos perdem com o prejuízo!

Francisco Higa é especialista em organização e gestão pela Turnpoint e autor do livro "Vai dar M... - Soluções para seu projeto não afundar" (Ed. Gente)

 

 

 A influência do comprometimento no destino das pessoas e organizações

 

Marcelo Prates

Vivemos loucamente em busca da satisfação de nossas necessidades básicas e de nossos desejos egoístas. Do nascer ao por do sol, o cotidiano se repete hoje quase como ontem e provavelmente, muito parecido com o amanhã. Alienados pela velocidade - sob pressão - e na superficialidade de nossas relações profissionais, afetivas e sociais perdemos nossa identidade e sentido. Sem perceber assumimos compromissos, que se fortalecidos pela clareza e consciência do propósito fundamental de nossa existência jamais aceitaríamos.

Faz-se importante para maior clareza conceitual a definição de comprometimento, que segundo Kiesler e Nakamura (1996) é "o sentimento de auto responsabilidade por um determinado ato, entendido como livremente escolhido, público e irrevogável". O triste fato, facilmente percebível, é que já não sentimos a responsabilidade pelo que dizemos ou fazemos, pela expectativa gerada no outro e não satisfeita, pois, racionalizamos, manipulamos, justificamos e culpamos o tempo, o trânsito e na maioria das vezes, nosso próximo por nossa incapacidade em assumirmos a força criadora do nosso destino, o poder de decidir!

Segundo pesquisa realizada pelo Fórum de Assuntos Públicos dos EUA e citada no site www.gestaoerh.com.br, apenas 25% dos funcionários americanos acreditam estar comprometidos com seu trabalho, 50% fazem o mínimo possível só para manter seus empregos e finalmente, 75% declararam estar em condições de serem mais produtivos do que estavam sendo no momento. Isso sem falarmos em nossos compromissos pessoais e nas várias esferas onde o ato de comprometer-se é decisivo e central em nossa vida.

Porém, a questão é: o que faz com que pessoas dos mais diferentes níveis sociais e mesmo em diferentes culturas, não consigam cumprir seus compromissos assumidos explícita ou implicitamente? Muitas são as respostas, podemos começar citando Maslow e sua hierarquia das necessidades, ou, Freud versando sobre o homem em sua busca do prazer e fuga da dor, até chegarmos a Victor Frankal e a necessidade de sentido na vida, sendo esta última perspectiva, talvez, a mais premente na sociedade contemporânea.

Por outro lado, sofremos a ilusão do otimismo que se caracteriza por imaginar de forma fantasiosa e sem nenhum merecimento, que algo melhor vai nos acontecer, que seremos promovidos, encontraremos o amor de nossos sonhos e tudo vai se encaixar na hora certa em nossa vida. Também somos auto-indulgentes em relação a nossas falhas de caráter, mas, não perdoamos os pequenos deslizes do outro. Perceba que os comportamentos citados relacionam-se com nossa incompetência em escolher e cumprir compromissos, incompetência esta que tem sua origem na imaturidade, irmã da inconsciência, inimiga oculta que esconde nosso passado, fragiliza nosso presente e pouco a pouco, destrói a vontade de realização de nosso potencial máximo; viver, amar e aprender.

Em tudo o que fazemos, ou, deixamos de fazer fica a clara expressão de quem somos, o que buscamos, e do que temos a oferecer. Podemos em um simples telefonema demonstrar integridade, sincera disposição de servir e também a ausência destas qualidades, transmitindo então fragilidade, desinteresse e submissão à própria fraqueza.

Quantas vezes você disse... Te ligo em cinco minutos... e não cumpriu com suas próprias palavras, ou, prometeu a solução de problemas sob sua responsabilidade direta e se esqueceu de seu compromisso com clientes e amigos sem refletir sobre o custo emocional de tempo, ou, dinheiro para todos os envolvidos, ou seja, para os que confiaram em você (empresa, clientes e parceiros). Finalmente, por que muitas vezes, você se esquece de si mesmo colocando-se em segundo plano ao fugir do caminho que te faria feliz? Saiba que sua capacidade de estabelecer seu propósito fundamental de vida e de realizá-lo nesta existência passa antes pela reflexão das conseqüências de não cumprir verdadeiramente com compromissos firmados em todos os níveis e como isso, impede seu progresso humano e profissional.

Quando nossos atos desmentem nossas palavras alimentamos um ciclo destrutivo que afeta nossa vida de forma ampla e que nasce da incapacidade crônica de sermos íntegros e verdadeiros com nossos valores e projetos de vida, limitando a energia disponível em nós próprios e nas organizações para realizarmos nossa visão e proposta de valor para um mundo melhor.

Gostaria muito que, com máxima sinceridade, você avaliasse os seguintes pontos: Como fica a sua credibilidade profissional, a marca corporativa, os produtos e serviços de sua empresa e o clima organizacional quando pessoas não cumprem com os compromissos que voluntariamente assumiram e que vão progressivamente corroendo a credibilidade e a qualidade percebida de produtos e serviços?

Lembre-se que tornar tangível a qualidade de produtos, ou, serviços depende essencialmente da habilidade das organizações em construir credibilidade em toda a cadeia produtiva, do fornecedor ao cliente final e isso só é possível através de pessoas verdadeiramente comprometidas. Também gostaria de alertá-lo que quando os compromissos mais simples não são cumpridos, dificilmente a empresa cumprirá os de maior importância, ou, aqueles imediatamente ligados ao seu "Core Competence", que a diferenciam e justificam sua razão de existir. Estamos, neste ponto, nos referindo exclusivamente às conseqüências do problema no âmbito organizacional.

Mas alguém pode argumentar que se as coisas derem erradas e se a credibilidade se perdeu, sempre é possível ter uma segunda chance, mudar de emprego, de cidade, encontrar um novo relacionamento, ou, cliente e pensando bem, talvez exista alguma razão neste argumento, pelo menos até aqui. Agora, reflita sobre esta consideração final: Como fica a confiança em si mesmo e em sua capacidade de superação, quando enfrenta os desafios e adversidades inerentes à vida e vivência situações críticas que não pode postergar ao constatar que já não acredita no que diz? Como poderá ajudar a si próprio e a outros, quando a frouxidão de caráter se tornar evidente? Como você reagirá frente a obstáculos só transponíveis com coragem, fé e determinação, que estão disponíveis apenas para quem as exercitou ao longo de uma vida íntegra, de trabalho duro frente às próprias limitações com humildade e perseverança.

Estas são as conseqüências que enfrentará todo aquele que se fizer fraco frente a si mesmo, sentindo na superfície da pele e nas entranhas da alma o esgotamento inexorável do tempo e das oportunidades. Agora lhe proponho um exercício, faça-o após ler este artigo!

Hoje a noite, antes de dormir, vá para frente de um espelho, respire profundamente, olhando no fundo de seus olhos e pergunte a si mesmo: Tenho sido digno do presente que recebi de Deus, digno dos meus companheiros de jornada, das oportunidades e das dores a mim confiadas e mais do que tudo, digno da vida que sempre espera por mim? Exerço minha liberdade escolhendo com responsabilidade meu trabalho, meus amigos e o meu caminho, pois, refletem verdadeiramente meu compromisso de vida?

Estas reflexões que lhe proponho subvertem a ordem, normalmente, utilizada nas organizações, onde a empresa é que tem por objetivo criar a cultura que favoreça o comprometimento do colaborador. Do meu ponto de vista, que é complementar ao desenvolvido nas empresas, trabalho com o indivíduo, pois, é nele que está potencial máximo a ser descoberto. Assim espero que juntos possamos, após o encontro com nosso verdadeiro sentido e missão, compreendermos em mente e espírito o poder transformador da fidelidade e do compromisso e respeito à vida, pois, direcionam conscientemente nossa existência para a manifestação de nossos talentos únicos.

Se você ainda não fez, assuma neste momento sua força maior, sua responsabilidade na construção do bem comum pelo poder de suas palavras e principalmente, de seus atos. Seja o artífice da obra, artesão do destino, criador do mundo, pois, a felicidade que espera por você, só lhe pede... Compromisso, Verdade e Luz!

Marcelo Prates é graduado em administração de empresa, mestrando em estratégia empresarial pela Universidade de São Paulo (USP), especialista em marketing estratégico pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), com MBA em Gestão de Equipes de Alto Desempenho pela Fundação Getúlio Vargas e Ohio University. Prates é palestrante corporativo e consultor da Microlins SAT, com palestras ministradas em português, inglês e espanhol. Além disso, é professor de pós-graduação, na área de negócios - marcelo.prates@aprendendoavencer.com.br

 

Foi-se a época em que tempo era dinheiro

 

Rogerio Leme

Tempo é tempo! Muitas vezes, mais precioso do que o dinheiro, ou será que algum dinheiro vale mais do que sua família ou você mesmo? O desafio de diretores, gerentes e dos colaboradores é efetivamente otimizar o tempo para promover o equilíbrio entre as quatro questões básicas da necessidade humana, que são: física, social, mental, espiritual. O sucesso está no equilíbrio e, para isso, você precisa de tempo! Peter Drucker, pai da administração moderna, lança o seguinte desafio para uma reflexão sobre como anda sua administração do tempo:

1. O que eu estou fazendo que não precisa ser feito?

2. O que eu estou fazendo que poderia ser feito por outra pessoa?

3. O que eu estou fazendo que apenas eu posso fazer?

4. O que eu deveria fazer que não estou fazendo?

Junte a essas perguntas uma ferramenta de análise de prioridade das tarefas, de Stephen Covey, autor de dezenas de livros de auto-ajuda. Onde são classificadas como:

· Urgente e Importante: crises, reuniões, problemas urgentes e inadiáveis, projetos com data marcada

· Urgente e Não Importante: prevenção, criatividade, aprendizado, planejamento, desenvolvimento de relacionamentos, identificação de novas oportunidades

· Não Urgente e Importante: interrupções, telefonemas, relatórios, correspondência, atividades populares, assuntos estressantes

· Não Urgente e Não Importante: detalhes, pequenas tarefas, correspondência sem importância, atividades agradáveis

Claro, que temos que realizar tarefas dos quatro grupos, porém, pessoas eficazes concentram seu tempo na execução das tarefas dos grupos 1 e 2. A atuação das tarefas do grupo 2 diminui as tarefas do grupo 1. Esse é o ponto de partida para obter mais tempo.

Organização e planejamento são ferramentas importantes para administrar o tempo. Invista nelas e fique atento com as tarefas que consomem tempo desnecessário, os chamados ladrões do tempo, como e-mails e internet que muitas vezes são utilizadas para lazer. Também entra as reuniões desnecessárias, exagero em assuntos não profissionais, do cotidiano, celular, dentre outras.

Fica lançado um desafio: invista por um período nas atividades do Grupo 1 e 2. Após esse período você terá muito mais tempo! Por fim, fica uma dica para uma auto-avaliação. Ao fim do dia faça a seguinte pergunta: "O que eu fiz que agregou valor para minha organização, para mim e para minha família?". Se você não souber a resposta tenha certeza que você precisa reavaliar a administração do seu tempo!

 

As diferenças nos hábitos de consumo

Adriana Leocádio

Fato claro em nossa sociedade é um só: Quem compra tem poder. E isto, é resultado da construção de um mercado feroz que se deleita na falência dos conceitos primórdios dos valores sociais. Quem sou eu? Quem é você? Quem somos nós?

Estas perguntas podem ser respondidas de maneiras diversas. Se quisermos focar no ato de consumo, podemos responder seqüente mente que alguém consome outro alguém também consome e, finalmente, nós somos os indivíduos que consomem em uma sociedade essencialmente consumista.

A mídia é a grande responsável pela criação de desejos, fazendo com que as pessoas, que são seres que sempre desejam alguma coisa, sintam a necessidade de possuir cada vez mais e mais. O desejo de consumo, também está ligado ao fato de que a sociedade em geral, trata melhor quem se apresenta bem e isso é um fato relevante!

O poder da mídia pode ser comprovado, pelo comportamento do consumidor, que acaba cedendo aos apelos da publicidade e comprando algo que muitas vezes ele nem precisa. O que importa é estar na moda, é ter beleza para refletir nos olhos alheios. É isso que a sociedade pede, e por mais que digamos que não, é isso que queremos ofertar à sociedade, que é consumista e influenciada pela mídia há muito, muito tempo.

Muita gente pensa que assertividade vem de acerto, isto é, o ato de acertar. Na verdade, a palavra assertividade vem de asserção, que significa afirmação. Afirmação ou melhor, auto-afirmação, é o que as pessoas buscam quando vão as compras. Tudo começa pelo ato de comprar.

A moda, tem historicamente criado uma associação forte entre a feminilidade e a masculinidade e com a busca do "estar na moda", onde o que se realça, é a importância da aparência na construção social. Logo, ainda hoje, as mulheres, são muito mais suscetíveis às mensagens de moda que os homens. A relevância deste trabalho está em auxiliar no entendimento do fenômeno do consumo de moda e mostrar a sua importância para a mulher e para o homem contemporâneo, como forma de expressão e interação social.

Diferenças entre os sexos são indiferentes

O que importa é comprar. Isso fica evidente quando analisamos a cadeia de produtos e conceitos que o mercado vem disponibilizando nas lojas e nas revistas. Para exemplificar isso, basta somente pensarmos que o termo "metrossexual", foi criado há cerca de quatro ou cinco anos, para classificar homens heterossexuais, mas , extremamente vaidosos. Quando o termo foi criado, este se referia a homens adultos, moradores das metrópoles, portadores de boa situação financeira, adeptos de roupas e produtos de beleza de grifes famosa e interesse por assuntos como a gastronomia sofisticada e jardinagem artística.

Os perfumes, hoje, seguem uma tendência de fragrância e embalagens, completamente opostas ao passado. Homens preferem tons mais adocicados e frutais. Embalagens refinadas, calças de cintura baixa, camisas fit, tons rosados. Freqüentam salões de beleza e usam anéis e colares de aço com ouro ou prata. E isto não os torna, menos homens!

Como consultora, especialista em comportamento do consumidor em âmbito geral, recomendo a todo varejista, publicitário e marketeiro, ter o seu dia de cliente. Melhor do que qualquer pesquisa qualitativa ou quantitativa é ir as compras. Entrar em consagradas perfumarias, e perceber que o perfumes direcionados ao publico masculino são os mais utilizados pelas mulheres. Os cremes para proteger das rugas ou amaciar os cabelos das mulheres são os mais utilizados pelos homens. Que nas famosas grifes casual esport., as calças jeans tendem a ser genéricas.

Sendo assim, de forma direta podemos ficar com a explicação de que assertiva é a pessoa que afirma e se firma. A pessoa que se estabelece que conquiste seu espaço através de opiniões baseadas em fatos e dados concretos, conferindo credibilidade à afirmação.

Produtos são providos de significado, e na sociedade, o grande desafio é entender como as pessoas compõem o seu próprio conceito e como elas compram ou rejeitam produtos que as identifiquem com a forma idealizada, impulsionadas pelas mensagens simbólicas deles. Em nossa sociedade capitalista, vários são os motivos que movem uma pessoa a comprar. Dentre eles, a necessidade real, a carência afetiva, a manutenção do status, o fato de adquirir poder ou projeção imediata, modismo, apelo do marketing, influência de determinado grupo de convívio, ilusão de segurança etc.

Sabendo disso, o mercado sempre oferece algo novo para ser consumido, com a promessa de ser mais bonito, mais prático, mais eficaz, mais tudo. Isso, com o objetivo claro de desencadear em todos nós a compra por impulso, aquele algo a mais que compramos, em geral, atraídos pelo apelo publicitário, é algo que se torna instantâneo.

Não devemos esquecer, portanto, que a conformidade do indivíduo à moda, se da, fundamentalmente, pelo desejo de assemelharem-se aqueles que são considerados superiores, aqueles que brilham pelo prestígio e pela posição. Estes são somente alguns dos fatos que podem ser observados em ambos os sexos, em todas as classes sócias, em diferentes idades e capitais brasileiras, além das obsessões sexuais.

 

 É PASSAGEIRO! MMN

 

A vitalidade é demonstrada não apenas na habilidade de persistir, mas na habilidade de começar tudo de novo. F. Scott Fitzgerald.

Nenhuma tempestade pode durar para sempre! Nunca irá chover 365 dias consecutivos. A chuva pode estragar sua cerimônia de casamento, ou seu telhado; pode atrasar a sua viagem; pode até mesmo inundar a sua casa, provocando nela tremendos estragos. Entretanto, não importa quão forte ela seja: um dia a água irá baixar, e tudo voltará a ficar seco.

Da mesma forma os problemas não vieram para ficar. Eles passarão! Assim como em meio a uma tempestade que traz consigo seus raios e trovões alucinantes, seu coração pode se sentir extremamente temeroso, ansioso e debilitado em meio às tormentas da vida. Talvez você sinta que aquele problema jamais será resolvido; que aquela questão nunca será resolvida. Alguma coisa ou alguém pode lhe haver causado uma dor enorme ao coração, à mente, e a todo o seu ser. Talvez você haja sido arrastado pelas inundações do medo, da angústia, do ressentimento, do sentimento de abandono e solidão, do desejo de vingança e de justiça, com prejuízos emocionais consideráveis.

Mas não se preocupe! Com Deus a seu lado, nenhuma tempestade, por mais forte e intensa que possa ser, irá durar para sempre. Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo seu propósito.

"Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo seu propósito". Romanos 8:28

 

 

MMN

 Por John David Mann

“MLMers são ótimos em fazer muito dinheiro. O problema é que ninguém ensinou-os como mantê-lo.”

Como um banho de água fria, as palavras de Robert Kiiyosaki espalham nossa névoa mental e atingem diretamente o ponto fundamental.

"Você pode ter muitos dinheiro e ainda pensar como uma pessoa pobre. Se você pensa assim, não importa quanto dinheiro você ganhe, você gastará todo ele e terminará pobre.”

O autor do Best Seller Pai Rico Pai Pobre e a sua seqüência, Cashflow Quadrant, em suas próprias palavras, “um indivíduo perturbador” um homem que não mede palavras.

Não é que seus conselhos sejam diferentes de outros consultores financeiros: observe seu negócio de perto, proteja seu capital, e construa suas fundações com investimentos inteligentes. É a forma como ele diz isso.

O rico e o pobre, diz Kiyosaki, tem categoricamente valores financeiros diferentes, que eles passam para seus filhos. Os pobres e os classes média ensinam com uma visão baseada na era industrial, não na era da informação.

Mude sua Estratégia

Distribuidores que operam com Marketing Multinível (MLMers), avisa Kiyosaki, precisam aprender a pensar como ricos, ou acabarão pobres. Ele originalmente rejeitou o MLM em um primeiro contato há alguns anos atrás, mas deu uma olhada de perto enquanto procurava formas de ensinar a outros como construir “Sistemas de Negócios”. Hoje, ele é um ardente defensor do MLM, tanto pela oportunidade de construir reservas de dinheiro, como pelas vantagens que existem de se ter um negócio próprio. Seu jogo, Cashflow, se tornou um fenômeno entre os MLMers que reúnem amigos, downlines, amigos e familiares para jogar a noite e acabam tendo insights sobre suas próprias atitudes em relação a prosperidade.

Kiyosaki também é extremamente crítico, não em relação ao MLM em si, mas o que nós falhamos em fazer com ele. Até que nós tenhamos responsabilidade e nos tornemos “Financeiramente alfabetizados”, diz Kiyosaki, nós podemos ter um rendimento alto, mas continuamos falhando em atingir a liberdade financeira.

Colocando todos os livros de pensamentos positivos e motivação de lado por um momento, Robert Kiyosaki é o melhor autor que você poderia ler sobre o assunto Independência Econômica e Alfabetização Financeira. A Revista Networmak Marketing Lifestyles (NML) falou com ele recentemente sobre seus livros, sua filosofia e sua visão sobre o MLM.

NML: Qual é a melhor estratégia para construir prosperidade em nossos tempos?

RK: É hora das pessoas se ocuparem com seus próprios negócios. Um emprego significa que você está sendo pago para se ocupar com o negócio dos outros. Nessa nova economia, você tem que se ocupar com seu próprio negócio. A idéia de que você pode ir à escola, tirar boas notas, encontrar um emprego seguro e ter o governo e sua companhia cuidando de você é fundamentalmente da era industrial. Era um bom programa, desde que você tivesse nascido em 1930.

NML: Por que não funciona mais?

RK: Porque nós estamos na era da informação agora. As regras mudaram. Grandes companhias agora estão dizendo: "Nós não vamos mais pagar sua aposentadoria. Você tem que pagar". Elas tinham planos de pensão definidos; agora elas oferecem aos seus funcionários seus próprios planos de aposentadoria privada. A triste verdade é, a maioria desses planos são infundados. Pois as pessoas não estão colocando dinheiro suficiente neles, por que não têm fluxo de caixa para fazê-lo.

Eu comecei a falar sobre isso na década de 70. Além disso, nosso sistema escolar ainda está na era industrial, dizendo às pessoas que suas salvações estão basicamente em um emprego. Isso é loucura!

As pessoas têm que parar de trabalhar por dinheiro e começar a fazer o dinheiro trabalhar por elas. Eu vejo o MLM como um dos veículos primários por onde pessoas podem canalizar seus esforços e pensamentos. Ser um MLMer é realmente ocupar-se com seu próprio negócio.

NML: Inicialmente você foi um pouco crítico ao MLM. O que o fez mudar de idéia?

RK: No início dos anos 70, as pessoas se aproximavam de mim e diziam, “Cara, eu tenho uma excelente oportunidade para você.” As apresentações eram terríveis, ninguém realmente esclarecia para mim a natureza da indústria. Eu pensei. Que estúpido. Eu não preciso disso. Eu não percebi que se tratava de um Sistema de Negócios.

Eu estava aprendendo como construir um sistema de negócios eu mesmo naquela época. Eu fiz uma valise para surfistas com Nylon e Velcro e expandi pelo mundo. Mas a realidade é, a maioria das pessoas não irá construir seus próprios sistemas de negócios. A maioria das pessoas que saem do emprego e que montam negócios, não está criando sistemas de negócios que dá alguma possibilidade de liberdade. Eles estão simplesmente comprando um emprego para eles. O MLM, como verifiquei mais tarde, dá as pessoas um sistema de negócios existente mas com o poder de fazer algo mais.

NML: Quando você descobriu isso?

RK: Isso levou cerca de 10 anos. Eu vi uma apresentação de MLM e a ficha caiu. O que eu vi foi esse sistema de negócios inacreditável e brilhante que foi desenvolvido para levantar as pessoas ao invés de mantê-las para baixo.

Quando as pessoas dizem que o MLM é uma pirâmide, elas não entendem o que estão falando. Estruturalmente todos os negócios bem sucedidos são pirâmides. Aqui está a diferença: Grandes corporações como a GM, IBM e Microsoft não foram desenvolvidas para levantar você; elas só foram desenvolvidas para manter as pessoas do topo da pirâmide ricas. Fazer o rico ficar mais rico. As empresas tradicionais são as verdadeiras pirâmides.

Quando eu comecei a avaliar o sistema de negócios de uma empresa de MLM, eu vi que a pirâmide está ao contrário. A meta de uma empresa de MLM não é mantê-lo no seu lugar, como um gerente ou uma secretária. O sucesso de uma empresa de MLM depende de movimentá-lo rumo ao topo. Foi aí que eu descobri que uma empresa de MLM honesta, sólida é uma corporação da era da informação. É um negócio desenvolvido para estimular o crescimento das pessoas e fazê-las livres. Mas fica ainda melhor.

A tecnologia das informações chega a indústria e fazem o negócio ficar ainda mais fácil. Agora, as pessoas não precisam passar pelas mesmas atribulações que passei ao construir meu negócio com a valise de Nylon. A maioria dos meus amigos que construiu um negócio, disse que se tivesse que fazer tudo de novo, faria através do MLM. Como em uma franquia, você pode se integrar de forma bastante fácil; é uma oportunidade para pessoas se ocuparem com seus próprios negócios sem ter que passar por uma longa curva de aprendizado.

NML: Você diria que o MLM é um Sistema de Negócios que permite a você ter a sua aposentadoria em suas próprias mãos?

RK: Em um sentido, sim. Mas eu realmente encorajo as pessoas a repensar o conceito inteiro de aposentadoria. Como empregados, a maioria das pessoas aceita que seus rendimentos irão declinar quando eles se aposentarem. Eles ficam desesperados para conseguir benéficos adjacentes porque eles não sabem como criar um sistema de negócios que gere renda residual após eles pararem de trabalhar. Então eles se preparam para viver com menor renda como aposentados. Eles estão planejando ser pobres no futuro.

Eu não tenho um plano de aposentadoria. E a maioria dos meus amigos também não. Eu tenho investimentos, propriedades e negócios corporativos e o dinheiro que eles fornecem. Quer eu trabalhe ou não, eles vão me cobrir para sempre. Eu “me aposentei” há muito tempo atrás.

NML: Então, a solução seria o que chamamos de renda residual?

RK: Na verdade, em termos estritos, o que os MLMers tem é uma renda residual ganha. Nós precisamos ir um passo além disso.

A razão pela qual eu acredito em MLM é que ele permite que as pessoas possam ganhar grandes quantidades de dinheiro e depois investir – puro e simples. É muito difícil investir se você é um empregado e só ganha R$ 150.000 por ano. Primeiro, o governo pega 27,5% disso. Como você pode ir a frente dessa forma? A única forma é trabalhar mais duro, aí a pressão é comprar uma nova casa e continuar com dívidas. Isso é insano!

O MLM permite a você construir um negócio e se tornar um investidor sofisticado. Quando você deixa de ser um empregado e começa a montar o seu próprio negócio de MLM, você começa a se beneficiar das taxas diferenciadas. Você deixa de viver com um pobre ou classe média e começa a viver como os prósperos vivem.

NML: Qual é a melhor forma de fazer isso?

RK: Crie sua própria corporação para que possa se beneficiar das taxas dos ricos. Os empregados trabalham e tem as taxas deduzidas de seu rendimento bruto e aí pagam suas contas e depois tentam investir o que foi deixado para trás o que geralmente é nada. Os ricos trabalham pelas suas próprias corporações, gastam como loucos em benefício de suas empresas e se beneficiam dela pessoalmente e aí as taxas são deduzidas do que restou.

NML: Eles gastam como doidos em itens supérfluos?

RK: Não, e essa é a chave. Os pobres e classe média são ansiosos para comprar itens supérfluos que drenam o dinheiro; os ricos são ansiosos para investir em itens que geram mais receita. Os ricos entendem que se você não investir o seu dinheiro antes das taxas para comprar mais investimentos, o governo irá tirar o dinheiro de você. Esses investimentos, por sua vez, geram mais fluxo de caixa.

NML: Como um investimento, qual a diferença entre um barco e uma ação valendo a mesma quantia em dinheiro?

RK: Essa talvez seja a lição mais importante que posso passar: Um investimento ou ativo é algo que coloca dinheiro em seu bolso. Uma ação ou uma casa alugada é um ativo. Seu barco não é! Um barco custa dinheiro para manter. Sua casa pode ter um valor de venda em dinheiro mas, isso não significa nada para você. No final do mês, essa casa colocou dinheiro em seu bolso? Obviamente é um dreno de caixa.

NML: Como você evita perder tanto em impostos?

RK: Forme uma corporação que irá conter seus ativos, isso irá permitir que o dinheiro seja canalizado para mais investimentos. Você lembra de que eu disse que o que você ganha com o MLM é renda residual. Aqui está o próximo passo: uma vez que esse rendimento se torne grande o suficiente, ele te proporcionará uma renda passiva que você nunca mais terá de trabalhar para ganhar. Essa é a verdadeira liberdade financeira que os MLMers procuram.

NML: O que você precisa para atingir isso?

RK: Para construir um sistema de negócios, você devem ser três coisas: Marketeiro, Contador e Advogado. A maioria das pessoas não está treinada para fazer tudo isso e contratam profissionais para fazer o que você não pode. Contrate pessoas competentes, eles irão economizar mais dinheiro do que custarão para você.

Foi por isso que eu criei o jogo CashFlow. Ele ensina as pessoas a converterem renda ganha, incluindo o que você chama de residual, em renda passiva o mais rápido possível. MLMers amam esse jogo! Quando eu falo com eles, a maioria são rápidos em descobrir que não são tão alfabetizados financeiramente quanto deveriam ser.

Eu já vi muitas pessoas que fizeram fortuna em MLM, somente para acabar quebrados poucos meses depois. Eles gastam tudo que tem, após os impostos, em aumentar o seu estilo de vida e não em coisas que aumentem o fluxo de caixa. Coisas como carros e casas, o que é claro, consome dinheiro. Pior de tudo, eles compram itens de consumo com cartão de crédito, aí você está perdendo de 20 a 25% de seu dinheiro pós-impostos, em vez de ganhar de 15 a 30% em investimentos pré-impostos.

É aqui, acho eu, que eu tenho um papel fundamental para os MLMers. O MLM ensina como você fazer dinheiro. Mas você tem que aprender a manter o seu dinheiro. Manter o seu dinheiro é manter o foco em seu negócio, continuar trabalhando em seu negócio e fazendo seu rendimento residual crescer. Se você quer ser rico, você deve converter esse rendimento residual em renda passiva que é o rendimento de imóveis, ações, etc.

É isso que eu digo aos MLMers.

NML: E eles são receptivos?

RK: Leva tempo. Essas coisas não são ensinadas na escola. A maioria dos MLMers ainda pensam como empregados ou pessoas auto-empresariadas, pessoas que não tiram vantagens dos impostos. Se Você quer ficar Rico, você precisa saber mais do que, simplesmente construir o seu negócio. Tudo isso é coberto em meus livros Pai Rico, Pai Pobre e CashFlow Quadrant. Aqui está o ponto principal: Se você é um MLMer e você está ganhando muito dinheiro com o negócio, você precisa criar uma corporação ao redor de seu negócio. A corporação cobre todos os gastos do seu negócio; e você continua adquirindo ativos investimentos que tragam rendimentos passivos e residuais para essa corporação.

NML: Por que leva tempo para aprender a operar diferentemente?

RK: A maioria das pessoas foi treinada para pensar como trabalhadores medievais trabalham muito, pagam uma grande quantidade de dinheiro para o lorde (o governo) e vivem com o resto. No mundo que fala inglês, as coisas são bem diferentes para os ricos desde a carta magna de 1215. Foi quando os barões forçaram o rei John a fazer concessões a eles, protegendo-os dos impostos. Desde aquela época, as pessoas ricas têm escrito as regras – e pensado como barões.

Se você está empregado, não importa quão alto seja seu pagamento, você está trabalhando pelas leis dos pobres. Se você é auto- empresariado, suas regras são dos pobres bem educados. Jogue com as regras dos ricos que contratam advogados e contadores inteligentes.

NML: O que é um advogado inteligente?

RK: Existem contadores que jogam com as regras dos pobres e contadores que jogam com as regras dos ricos. Você precisa saber a diferença. Pessoas pobres têm conselhos ruins. Pessoas ricas têm conselhos ricos. Ricos e pobres pensam de maneiras diferentes. As pessoas dizem, “você tem que ter dinheiro para fazer dinheiro”. Esse é o maior bloqueio mental que já ouvi: é idiotice! O que é necessário para se fazer dinheiro, como eu explico em Pai Rico, Pai Pobre, não é dinheiro, mas alfabetização financeira.

As pessoas querem fazer, não querem ser. Esse é o problema. Primeiro você tem que ser uma pessoa rica. Planeje ser rico. Torne-se alfabetizado financeiramente. E antes de pedir conselhos financeiros a alguém, descubra se ele planeja ser pobre ou rico. Se ele planeja que seu rendimento diminua quando ele se aposentar, não perca seu tempo com ele.

Você sabe o que isso me diz para julgar uma empresa de MLM?

NML: Isso deve ser bom…

RK: Olho para os Presidentes e Uplines. Eu tento descobrir que conjunto de regras eles jogam e esperam que seus distribuidores joguem.

NML: Algum outro conselho para nossos leitores?

RK: Fique rico primeiro. Fique tão rico que você poderá contratar os melhores contadores e advogados. O problema da maioria dos pequenos negócios é que eles não podem contratar advogados e contadores de nível. Proprietários de pequenos negócios contratam pessoas que trabalham em tempo parcial. Se você não é seu único cliente, eles não podem prestar muita atenção no seu negócio. Grandes negócios contratam os melhores contadores e advogados no seu staff.

Além disso, eu diria, faça o que o presidente ou upline diz para você fazer. Se você quer ficar rico, siga conselhos de rico. Esse é o segredo. Você não pode fazer sozinho. Eu odeio ser tão incisivo. Mas essa é a verdade.

 

 

ESTRADA PARA O SUCESSO…

 A estrada para o sucesso não é uma reta…
Há uma curva chamada fracasso…
Um trevo chamado confusão…
Quebra molas chamado amigos…
Faróis de advertência chamados família…
E pneus furados chamados empregos…
Mas se você tiver um estepe chamado FÉ e um motorista chamado JESUS,
você chegará  a um lugar chamado SUCESSO!!!!
PORQUE AINDA QUE EXISTA MUITAS BARREIRAS....
Ele mesmo disse: Não te deixarei, nem te desampararei.  HEBREUS 13: 5

 

  Brasil: Um Carnaval para a venda direta

O Brasil é a celebração de capitais da América do Sul, com energia e de toque para a vida que anualmente no Carnaval, picos de 40 dias, captam a atenção internacional com a dança, desfiles. Esta vibração é executada em toda a vida brasileira, e de cordialidade e de atenção à beleza e amizades são fatores cotidianos. Isso torna o cenário perfeito para a venda direta. Relacionamentos são naturais ferramentas empresariais na indústria, o país precisa e de baixo custo, oportunidades empresariais para os seus muitos cidadãos de baixa renda. Venda direta oferece tudo isto e muito mais.

Colorido País

Existem mais de 190 milhões de pessoas que vivem no Brasil e 31% vivem abaixo da linha da pobreza. Tal como a maior e mais populoso país da América do Sul, tem o produto interno bruto de US $ 1,27 trilhão em 2007. O Brasil tem a economia mais forte na região, mas há um grande fosso entre ricos e pobres, com um PIB per capita de US $ 9700. Brasileiros estão ansiosos para explorar novas oportunidades.

A economia global está a melhorar, especialmente durante os últimos anos bem sucedidos. Presidente Lula da Silva manteve o superávit primário do país durante as eleições 2006. Ele seguiu o seu segundo prazo, ganhar com a criação de um pacote de reformas econômicas para reduzir os impostos e aumentar o investimento em infra-estruturas. O objetivo do governo é o de alcançar um forte crescimento e continuar a reduzir a sua dívida.

Muitos brasileiros estão à procura de emprego ou rendimento suplementar. A taxa de desemprego estimada é 9,8 por cento e a venda direta pode preencher as lacunas para muitos. A maior parte das vendas diretas nas empresas independentes, também levam a formar os seus cidadãos nas vendas comercializáveis, habilidades que podem levá-los a novas alturas; formação e desenvolvimento pessoal estão em ascensão na indústria. "O aumento do número de empresas que investem na qualificação e formação em vendas é definitivamente uma tendência no nosso mercado hoje", disse Roberta Kuruzu, diretor executivo da ABEVD (a Associação Brasileira de Venda Direta).

Verifique a porta da Cultura

O Brasil é único entre os países da América do Sul, em muitos aspectos, com no seu idioma Português e relativa sofisticação da moda e da comunicação. O seu patrimônio é também estreitamente ligado ao catolicismo, que a maioria das pessoas continua a reclamar, pelo menos nominalmente. Estrita atenção ao tempo não é algo que acontece muito no Brasil ou da América Latina. Especialmente para os encontros casuais, os brasileiros estão com um calendário relaxado e irá "como eles podem vir," muitas vezes uma hora ou mais após o inicio do evento.
Mas a lentidão não incomoda colegas brasileiros. Congratulando-se com as suas atitudes e relações estreitas entre a família alargada e os amigos, permitem essa flexibilidade. Esta é uma ótima situação na qual a venda direta pode crescer e há um interesse crescente em espírito empresarial. Brasileiros estão percebendo que através das muitas possibilidades de venda direta à indústria, possibilitam a trabalhar para si próprios em seus próprios termos.

Venda direta é uma parte do Crescimento

A economia e o crescimento positivo de oportunidades no Brasil, muitas empresas multinacionais e de geração de nativos – fizeram crescer as empresas. A ABEVD venda direta, com 31 empresas associadas, por oposição a apenas 16 empresas, á dois anos. Sete empresas de fornecedores e seis empresas de consultoria também pertencem à ABEVD e dentro de vendas diretas, as empresas brasileiras em 2007, mais de 1,87 milhões de vendedores geraram US $ 9,3 bilhões em volume. No varejo as vendas diretas cresceram 11,7% de 2006 a 2007, consultoria cresceu 17,8% e de vendas globais aumentou quase 12%. O Brasil é o quinto no mundo em vendas no varejo marketing direto, pelo relatório da Federação Mundial das Associações de Venda Direta.

Um aspecto interessante deste crescimento é que as empresas com estrutura de marketing multinível, estão a aumentar mais rapidamente do que o único nível de compensação nas empresas. "Depois de 15 anos, finalmente temos como irrefutável a confirmação de que marketing multinível está crescendo mais rapidamente do que nunca", disse Sergio Buaiz, que tem 15 anos de experiência na indústria, é o autor de três livros sobre a venda direta a uma empresa de consultoria e membro da ABEVD. "Nos últimos dois anos, o número de empresas que optaram por esta estrutura de compensação, aumentou significativamente."

Beleza e Corpo

A categoria dos cosméticos, fragrâncias e higiene dominam o mercado, com 88% de todas as vendas diretas no âmbito desta cúpula. Mas há uma crescente concorrência entre os vendedores diretos e os vendedores tradicionais nesta categoria.

Avon foi a primeira empresa a inserir no Brasil uma venda direta e ela está comemorando 50 anos no país. Uma das iniciativas da Avon para o ano é o de simplificar a sua linha de produtos, não só no Brasil, mas também em todo o mundo. "O Brasil continua a apoiar iniciativas empresariais estratégicas da Avon Products incluindo simplificação da linha, que está a reduzir a desorganização em nossa revista e comprometendo recursos para trazer alguns de nossos produtos e categorias mais produtivos", disse Luis Felipe Miranda, Presidente e Gerente Geral da Avon Brasil. Uma categoria de produto que novamente não será fixado corte da Avon, é altamente bem sucedido, que traz em vendas e shows espetaculares da empresa contínuo compromisso com a inovação e desenvolvimento de produtos. Avon tem lealdade entre os seus mais de 1 milhão de representantes que ajudaram a produzir mais de US $ 1 bilhão em receitas em suas operações brasileiras. As receitas aumentaram 40% no quarto trimestre de 2007, contribuindo para a valorização de mercado da empresa. As operações da Avon no Brasil são a chave para os esforços globais da empresa, e certamente a sua empresa sul-americana.

A maior empresa de cosméticos em venda direta é Natura. Ela manteve a sua venda em 26% EBITDA (resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 2006 a 2007, já que continuou a ampliar o seu alcance internacional. Embora a empresa considere estes resultados positivos, os dirigentes reconhecem a oportunidade para acelerar o crescimento e aumentar a quota de mercado da Natura no Brasil. "Considerando o potencial do mercado brasileiro e a força da marca Natura, iremos implementar um importante plano para acelerar o nosso crescimento no Brasil de 2008 a 2010", disse Alessandro Carlucci, presidente e CEO Natura. "Vamos investir R$ 400 milhões (US 229 milhões) em aceleração deste processo, deverão ser dirigidas a aumentar o nosso principal mercado de ferramentas e melhorando o nosso modelo de negócio. Com este plano, temos esperança de aumentar a nossa quota de mercado durante este período."

Carlucci é orgulhoso de que 90% da empresa têm satisfação entre os seus consultores e tem alguma vez no ranking de aprovação, o mais elevado, sobre a classificação global na avaliação dos consumidores, que foi conduzida por pesquisadores terceirizados Ipsos Insight. Natura é a marca preferida no setor, com 42% versus 18% de preferência, a segunda melhor marca – classificado no quarto trimestre, de acordo com as conclusões da companhia.

Natura, como Avon, está a proceder a novas iniciativas. E também simplificar o seu produto, redução de 930 para 780 produtos, nos próximos três anos e aumento da comercialização através de slogans, "Produtos, Menos é mais", “Marketing, Mais e melhor”. Estas ações irão ajudar a empresa adaptar aos novos desafios e permanecer competitiva em um ambiente extremamente agressivo.

Nutrição e Bem Estar

O mercado de suplementos nutricionais está crescendo, como predisse o presidente da ABEVD, Rodolfo Witzig, seria, em sua conversa com notícias de Venda Direta, há dois anos. Os membros mais recentes da ABEVD são essencialmente fornecedores de produtos de nutrição e os brasileiros estão andando no mesmo passo com o resto do mundo na sua busca de saúde, antienvelhecimento e controle do peso. Mas o segmento é novo, e a brasileira Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é rigorosa.

Herbalife tem operado no Brasil durante 12 anos, é a terceira maior empresa venda direto marketing multinível e a maior empresa do país. "A quantidade de empresas de venda direta em nutrição é muito pequena ainda, como a maioria das empresas estão envolvidas em produtos de higiene pessoal", disse Eneida Bini, SVP e Gerente Geral da Herbalife Brasil. "Em Nutrição, os produtos representam 5% dos US $ 9 bilhões em venda direta da indústria [entre membros ABEVD]. A alimentação da indústria é altamente regulamentada no Brasil, principalmente quando se trata de suplementos e de farinha de substituições". Bini sabe o que ela está falando. Herbalife detém 84% na categoria de nutrição e está bem posicionada para uma previsão de crescimento previsível. "É uma indústria emergente como as pessoas se tornam mais e mais conscientes da importância de uma boa saúde", diz Bini. "O conceito de completar o regime alimentar é novo no Brasil e requer a atenção dos distribuidores independentes de um-para-um, contato."

Como observou Bini, a indústria é afetada pela ANVISA do Brasil, que é rigorosa na fiscalização. Assim, agiram anteriormente contra várias empresas e, mais recentemente, produtos suspensos de comercialização, taitiano Noni Juice. Taitiano Noni Internacional continua a ser um líder no país e tem afunilado suas energias em seus outros produtos top, Super Blend HIRO suco e Energia. Essas ações mostram na vida real, necessidade de flexibilidade, quando as empresas começam a trabalhar no Brasil no âmbito regulamentar no controle da ANVISA.

O melhor

Todos os anos, o Brasil é a promessa feita de mais empresas e sociedades nativas dando uma base forte de expansão. Um número crescente de empresas multinacionais tenha estabelecido os seus olhos sobre o país, que é muitas vezes a sua primeira incursão no Sul da America. "Temos uma grande quantidade de novas empresas nacionais e mundiais com promessas no país", afirmou Buaiz, o bem-versado perito da indústria. "Omnilife, Agel e MonaVie anunciaram seu início em 2008. Avon anunciou que pretende construir um centro de distribuição no Brasil para responder à procura crescente no mercado com o crescimento. O novo centro terá funcionalidade avançada com tecnologia e sistemas automatizados para aumentar a produtividade e eficiência. Espera-se para abrir em 2010 e será capaz de atender 70% do Brasil em volume global da unidade.

ABEVD está trabalhando para compartilhar aos da indústria, muitas oportunidades com estudantes universitários. Trata-se de desenvolver programas em conjunto com a Universidade de São Paulo, institutos acadêmicos e de investigação. "Estamos trabalhando com a criação de um Centro de Estudos sobre as vendas diretas com a USP", disse Kuruzu,ABEVD. A mudança vai trazer a venda direta em foco para jovens estudantes e futuros empresários e reforçar a legitimidade da indústria como um negócio de viável opção.

Outras empresas também estão iniciando nas vendas diretas. Unibanco, quinto maior banco do Brasil, lançou um cartão de crédito com um chamado MegaBonus, oportunidade multinível. "Ele distribuiu 1 milhão de cartões nos últimos seis meses, e esperamos que esta iniciativa bem sucedida irá criar um movimento semelhante a outras companhias tradicionais", afirmou Buaiz.

Brasil e USA

Para empresas de base no Brasil, o país prevê lançar um grande ponto. Natura opera em França, México, Colômbia, Venezuela, Argentina, Chile, Bolívia e Peru, e ainda não fez o seu, "O próximo passo na nossa expansão internacional é os Estados Unidos". Natura, Carlucci disse, "É por isso que escolhemos um grupo de altos executivos para melhorar o nosso plano de entrada neste mercado, o maior do mundo de produtos cosméticos e de venda direta”. “Vamos continuar com nossa expansão na América Latina, visto que o desempenho neste mercado mostra que a nossa marca, nossos produtos e nosso modelo de vendas têm sido bem aceito na região.”

Alguns argumentam que a expansão internacional da Natura tem custado à sociedade em seu desempenho global. Carlucci não está comprando-o. "Esse crescimento tem criado desafios", disse ele. "Chegamos a um nível em que a nossa expansão exige uma maior eficiência operacional. Natura passou a ser uma grande organização com operações mais complexas. Estamos conscientes dos desafios que temos pela frente, e estamos entusiasmados com o novo ciclo que começa."

Outras empresas brasileiras também estão tentando entrar noutros mercados. Buaiz disse que os pequenos empreendedores como Hoken, que vende filtros de água e Omni International, que vende serviços da Web, estão a funcionar para além das suas fronteiras, em outros países da América do Sul e da Europa.

Tecnologia

Brasileiros não está por trás dos tempos. Eles abraçam a tecnologia e estão ansiosos para experimentar as mais recentes inovações. Havia 42,6 milhões de utilizadores da Internet no país a partir de setembro de 2007 e este número tem aumentado. Os tele móveis, são ainda mais difundidas, com mais de 99,92 milhões de usuários dispostos a falar em todas as ocasiões.

Empresas de venda direta estão incorporando esta unidade em direção a tecnologia em suas operações. "Estamos virtualmente investindo em soluções para os nossos representantes, alavancando tecnologias para o alinhamento com os tempos modernos e também para atender clientes de necessidades de um mundo ainda menor e mais rápido", disse Miranda da Avon. "A Avon brasileira, mais os clientes, estão interessados em atualização de tecnologias, tendências e inovações. Com a nossa I & D mundiais, se concentrou no desenvolvimento de classe mundial em produtos para mais de 100 mercados, nós podemos atender as inovações esperadas. Além disso, Avon pode proporcionar inovação em todas as categorias de cosméticos."

Outras companhias estão usando a tecnologia como um componente fundamental na sua formação e desenvolvimento e de ter fornecido catálogo na Internet e encomendas online. Embora este seja conveniente, ele não está em consonância com brasileiros "necessidade de face-a-face, amigável interação. Os especialistas acreditam que catálogos online não irão deter uma unidade para os vínculos pessoais entre os distribuidores e clientes.

Nuvens poderiam jogar água no empreendedorismo

Em algumas questões a ABEVD e vendedores diretos estão intimamente observando e mobilizando influência. Em primeiro lugar, o espectro de mudar e criar impostos, é observado o caso pela ABEVD. "Estamos a conceber uma estratégia para travar a ameaça de um aumento do imposto sobre os estados do Brasil", disse Kuruzu. "A perspectiva de ter uma reforma fiscal é algo que estamos acompanhando, porque ele tem o potencial de criar vantagens, desvantagens ou de uma situação neutra para a nossa indústria." O trabalho para a reforma fiscal tem de resolver todos os 26 estados do Brasil, pois cada um define os seus próprios impostos, impostos sobre as vendas semelhantes ao estado e os impostos sobre os rendimentos nos Estados Unidos.

"Há também alguns movimentos para capturar a venda direta, vendas da indústria para estabelecer ou criar associações ou sindicatos," disse Kuruzu. Enquanto ABEVD trabalha para garantir que a indústria da oportunidade é justa e legal para todos os envolvidos, deve-se desconfiar de sindicalização. Ela trabalha contra a noção de que a indústria é composta de pessoas de vendas independentes e que iria criar complicações para aqueles que operam no país.

O último desafio no Brasil vem da ANVISA, como já anteriormente falamos. A missão oficial da agencia é, "proteger e promover a saúde, garantindo a higiene e segurança dos produtos e serviços e tomando parte em desenvolvimento, o acesso a ela." Grupo governamental trabalha para cumprir sua missão e tem trabalhado fortemente com muitos farmacêuticos e empresas. Suplementos não são regulamentados de forma rigorosa como produtos farmacêuticos, mas as normas são ainda muito rigorosas, dizem alguns, arbitrária. É um desafio que a ABEVD tenta ajudar corporações, antes do seu lançamento, em compreender o país, mas não há garantias.

Apesar destes desafios, a indústria no Brasil é digna de maior desenvolvimento. Ao mesmo tempo em que os cosméticos e produtos de beleza dominam atualmente, outros segmentos estão maduros para o investimento. Isso trouxe potencial significativo para o crescimento global da indústria e irá conduzi-la no futuro.

Ética MMN

 

 

O sistema de Marketing de Rede vem se expandindo gradativamente no Brasil e a tendência é crescer tanto quanto nos países mais desenvolvidos.

Novas empresas nacionais surgem todos os dias e as companhias estrangeiras estão de olho no Brasil como um bom território para suas atividades, sendo que algumas das maiores já estão operando por aqui.

Ocorre que, como em outros negócios que aqui aportaram, as coisas começam sem a existência de respaldo legal, ou de instrumentos jurídicos que protejam os envolvidos no negócio. Para se ter uma idéia, o sistema de Franchising que existe desde a década de 60 no Brasil, só foi regulamentado há dez anos.

Com o Marketing de Rede está acontecendo a mesma coisa. As companhias são criadas, ou aqui se instalam vindas de outros países, sem que exista um legislação específica que proteja os interesses das empresas e os direitos dos distribuidores.

Para se ter uma idéia da complexidade do assunto, nos Estados Unidos, quando uma empresa quer se utilizar deste tipo de comercialização de produtos e/ou serviços, tem que se registrar e se ater a regras estabelecidas nos 53 Estados da união (sendo que, normalmente, cada Estado tem uma legislação específica, e por vezes diferente, sobre o assunto).

Apenas para levantar a questão, citaremos alguns aspectos que devem ser levados em consideração pelas empresas brasileiras, pois mais cedo ou mais tarde teremos leis rígidas norteando a atividade:

1 - Pagamento de comissões ou bônus pelo simples fato de recrutar pessoas — Este comportamento por parte das empresas pode se enquadrar como um sistema de pirâmide ou esquema Ponzi. Para que o negócio se desenvolva da maneira correta, faz-se necessário que bens/serviços sejam comercializados pela rede.

2 - Venda de kits a preços elevados - Os kits de distribuição devem ser vendidos a preço de custo aos que ingressam na empresa. De outro modo, a empresa estará lucrando com a simples venda de pastas, prejudicando os que ingressam no negócio.

3 - Produtos e/ou serviços devem ter preços compatíveis com os de mercado - Além deste aspecto, os produtos devem ser de boa qualidade e não uma cortina de fumaça para encobrir os esquemas ilusórios.

4 - Devem ser evitadas informações enganosas sobre os ganhos dos distribuidores - Os ganhos devem ser sempre uma média dos auferidos pelos distribuidores em cada categoria. Ganhos de poucos distribuidores que auferem altos rendimentos só devem ser mostrados como exceção. Nunca como regra.

5 - Devem ser desestimuladas as compras de estoque de modo a se atingir níveis mais altos de qualificação (front loading) - Esta prática é nociva, principalmente quando incentivada junto a distribuidores novatos. A ênfase deve ser na venda direta dos produtos ao consumidor final, até porque este é um caminho de duplicação que não depende da estocagem desnecessária de produtos.

6 - As empresas devem ter uma política de recompra de produtos não vendidos, pois, fatalmente, será obrigatório para todos no futuro (como já é no exterior). As empresas se comprometem a recomprar até 90% do que não foi vendido/adulterado, aplicando-se um desconto ao preço de recompra.

7 - As empresas devem dar treinamento aos distribuidores - Este é um ponto chave para o sucesso dos distribuidores e crescimento das empresas. Infelizmente, no Brasil isto ainda não é um assunto tratado de forma séria pela grande maioria das empresas.

8 - As empresas devem ter um código de ética e conduta no que diz respeito às atitudes de seus distribuidores - O distribuidor, ao assinar um contrato, deve receber uma cópia do código. Assim a empresa poderá penalizar aqueles distribuidores que não seguirem tal código e, ao mesmo tempo, mostrará ao novo distribuidor sua seriedade nesta área.

9 - A crítica a outras empresas não deve ser estimulada - Na intenção de atrair novos participantes, alguns distribuidores costumam fazer críticas a outros sistemas de Marketing Multinível para destacar suas oportunidades. Isto não apenas atrapalha toda a indústria, como fere padrões de ética nos negócios.

Os itens acima descritos devem ser objeto de estudo por parte de Advogados que atuam em Marketing de Rede, pois a eles caberá orientar os participantes desta indústria, bem como esclarecer os magistrados que no futuro venham a se deparar com processos movidos por distribuidores contra as empresas, ou por empresas que não se utilizem de Marketing de Rede que se sintam prejudicadas com esta concorrência.

 

Anuncios

 

FOREVER LIVING BRASIL
VEJA COMO COMPRAR>>>>> © 2008 TRVNET

FOREVER LIVING BRASIL

contador, formmail cgi, recursos de e-mail gratis para web site
Site Administrado por Distribuidor Independente Phytonatus- Para visitar o Site Oficial - clic no link - http://www.phytonatus.com.br/